PROJETO GALILEU
Academia de Desenvolvimento de Competências para Jovens
Desenvolvendo Inteligências, Treinando Competências,
Revelando Talentos, Construindo Excelência,
Criando um Brasil Mais Efetivo.
O que é:
É um programa de treinamento especialmente construído para aparelhar adolescentes e jovens (de nível médio e superior) para sobrevivência no século XXI. Consiste num curso extensivo de desenvolvimento de habilidades e competências essenciais para o bem viver, que nem sempre são contempladas na educação convencional.
É também um curso extensivo para melhorar o desempenho escolar, de aprendizagem e de relacionamento interpessoal. Aborda estratégias de estudo, comunicação e expressão, desenvolvimento do raciocínio (habilidades de análise e síntese, entre outras), percepção, técnicas de leitura, compreensão de textos e organização de informações, entre outras habilidades poucas vezes contempladas adequadamente em métodos escolares convencionais e, no entanto, tão valorizadas no mercado de trabalho atual. Incorpora os melhores cursos do IDPH especialmente adaptados para essa faixa etária.
Para compreender melhor o contexto de construção deste programa, leia o artigo A Nova Educação
Objetivos:
Preparar o jovem para a vida adulta, num treinamento de longa duração, no qual ele será aparelhado com os mais modernos métodos de treinamento comportamental de adultos das grandes corporações que estão em ascensão profissional; expandir a consciência, desenvolver a percepção, estimular a criatividade, focalizar a atenção e reformular estratégias de aprendizagem, comunicação e expressão, ativando recursos inconscientes de gerenciamento de experiências de aprendizagem e de solução de problemas.
Preparar adolescentes e jovens para compreender e se orientar no mundo caótico adulto com as mais modernas "ferramentas" de desenvolvimento pessoal, além de oferecer subsídios para capacitação profissional alternativa, isto é, difundir a filosofia de profissões paralelas e a flexibilidade de reopções profissionais ou pessoais - ou seja, preparação para o Aprendizado Permanente (no mundo atual, grande parte dos profissionais de nível superior não trabalha na área de sua formação superior, por terem tido oportunidade ou necessidade de re-opção profissional ou técnica - isso, produz um grande estresse ou ansiedade quando não acontece por escolha própria, especialmente porque não fomos treinados para sermos flexíveis e adaptáveis).
Tem como finalidade funcionar como um pré-cursinho, desenvolvido para ser feito junto com o colegial ou com o cursinho, após o término do colegial, ou nos primeiros anos da universidade.
Metodologias implementadas:
a) Programa de Enriquecimento Instrumental (PEI) e Inteligências Múltiplas;
b) Panorama Social, Constelações Familiares,Programação Neurolinguística e Cinesiologia;
c) Resolução de problemas, Comunicação não Violenta, solução de conflitos e negociação;
d) Coaching, Empreendedorismo, Planejamento de Vida e Administração do Tempo;
e) Técnicas de Aprendizagem: mapas mentais, leitura eficaz, memorização;
f) Autocinética, Focalização e Métodos de Desenvolvimento de Concentração;
g) Carisma, Oratória, Noções de Interpretação (Teatro) e Comunicação em Público;
h) Técnicas de Vendas e Marketing Pessoal.
Conteúdos dos Módulos Independentes (porém complementares):
- Módulo I: – Sobrevivência XXI (carga horária de 300 horas)
- Coaching, planejamento, competências sociais;
- Solução de Conflitos; empatia e construção de relacionamentos,
- Noções de Constelações Familiares, Focalização e Autocinética;
- Inteligência Intrapessoal e Interpessoal;
- Noções de Finanças, gerenciamento de recursos e investimentos;
- Marketing pessoal, sedução, Vendas para não vendedores.
- Módulo II: – Aprendizagem (carga horária de 300 horas)
- Programa de Enriquecimento Instrumental (PEI);
- Mapas Mentais, Leitura Dinâmica, Memorização e gestão de conhecimentos;
- Competências Artísticas: Noções de música, Desenho com Hemisfério Direito, etc;
- Escrita criativa, redação e expressão verbal;
- Desbloqueio e desinibição de expressão e aprendizagem de idiomas.
- Módulo III: – Comunicação (carga horária de 300 horas)
- Programação Neurolinguística (formação de Practitioner e Master Practitioner);
- Comunicação Não Violenta;
- Noções de Teatro, papéis sociais, flexibilidade, criatividade e improvisação.
Quem deve participar:
Jovens e adolescentes com baixo rendimento escolar, interessados em dinamizar suas competências pessoais em busca de mais autonomia e flexibilidade para orientar a vida escolar e profissional; profissionais, educadores ou estudantes que desejem ou necessitem de maior dinamismo, motivação, flexibilidade, criatividade, agilidade mental e emocional para lidar com situações de estresse, tomada de decisão, comunicação e expressão verbal em público ou em outros idiomas, gerenciamento de conflitos e solução de problemas.
Facilitadores Coordenadores:
Walther Hermann
Viviani Bovo
Facilitadores:
Vários profissionais alinhados com os ideais do IDPH
Quantidade de participantes:
20 vagas por turma
Carga horária:
3 módulos independentes de 300 horas cada um
Horários:
Período da manhã, tarde ou noite, de março a novembro;
Investimentos:
1 vez por semana em 2 anos: R$ 8.800 por módulo ou R$ 520,00/mês
2 vezes por semana em 1 ano: R$ 8.000 por módulo ou R$ 940,00/mês
Inscrições: clique aqui
A Nova Educação
Quando encontramos um profissional jovem muito bem sucedido, nem sempre conseguimos identificar qual foi a fórmula do sucesso, que muitas vezes fica escondida atrás de uma personalidade cativante, amigável, simpática, determinada, inteligente, etc. Porém, tais competências raramente foram aprendidas na escola, já que esses jovens bem sucedidos tiveram como colegas estudantes de baixo foco, sem motivação, com baixa resiliência, pouca inteligência emocional ou com poucos recursos de comunicação.
Enfim, o que poderíamos considerar como as competências do sucesso em nossa sociedade ocidental?
Talvez qualquer pessoa concorde que raciocínio lógico, concentração, planejamento, boa memória, criatividade, flexibilidade, liderança, iniciativa e empreendedorismo, desenvoltura e maturidade emocional, domínio de idiomas estrangeiros, habilidade de solucionar conflitos, maturidade financeira e a competência de gerenciar recursos, negociação, vendas, administração de tempo, gerenciamento do estresse, grande e rápida capacidade de absorção de informações, boa gestão de conhecimentos, desinibição, boa comunicação, boa expressão verbal (seja escrita ou falada), etiqueta, estão entre algumas das mais importantes. No entanto, tais competências são trazidas da cultura familiar, aprendidas aleatoriamente durante o processo de sociabilização ou obtidas durante uma carreira profissional promissora, quando as corporações investem no desenvolvimento dos seus profissionais.
Então, qual seria o diferencial de um profissional jovem que já esteja assim preparado para a vida? Quais seriam as suas chances num processo seletivo no qual já apresentasse, desde o princípio, não apenas o potencial, mas também as competências do sucesso?
No modelo educacional tradicional os estudantes obtém os “peixes” necessários à sua emancipação cultural e educacional, mas poucas vezes são preparados para as situações de vida que encontrarão logo após a vida escolar, quando ingressarem no mercado de trabalho. Exceto quando os pais se encarregam de “ensinar os seus filhos a pescar”, é comum que o novo profissional tenha que aprender a sobreviver aos “trancos e barrancos”. As conseqüências mais comuns disso são uma grande evasão escolar na fase de ensino superior graças às descobertas do mundo real ou as frustrações de escolhas profissionais mal planejadas.
A crise vivida pela escola atual, repleta de insatisfações de todos os lados (alunos, professores e dirigentes), aponta para uma oportunidade de revermos nosso modelo de ensino, preparando antigos professores para novos educadores. Com a volatilidade da informação o educador do futuro será um profissional que ensina a aprender, não mais colocando à prova a sua memória, mas sim a sua capacidade de liderança, motivação e raciocínio, à medida que ensina o seu aluno a pensar e a buscar a informação necessária, em vez de ficar repetindo, ano a ano, seus “velhos” conteúdos.
Graças à democratização, disponibilidade e barateamento da informação, atualmente as crianças são cada vez mais precoces, apontando para um futuro de super-humanos! Mas quem serão esses seres super-humanos se continuarmos a atrasar o seu desenvolvimento tão mais rápido que o nosso? Quais são as verdadeiras necessidades dos estudantes atuais? Basta observarmos o que mais lhes atrai a atenção para nos convencermos que eles necessitam muito mais do que as gerações de seus educadores tiveram!

